Andressa Rocha (102) - http://andressaasrr.blogspot.com.br/2012/06/biologia-pegada-ecologica.html?showComment=1340930020666#c7378054346275938794
Pedro Castro - http://pedrocastroblog.blogspot.com.br/2012/06/pegada-ecologica.html?showComment=1340928001221#c4414278435768750462
Isis Gonzaga (102) - http://isisgonzaga.blogspot.com.br/2012/06/biologia.html?showComment=1340929374171#c6498699586802990591
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Sustentabilidade: Como é a sua Pegada Ecológica?
Sustentabilidade
pode ser definida pela capacidade dos homens de se relacionarem com o mundo, na
preservação do meio ambiente para não prejudicar as próximas gerações
socialmente, culturalmente, economicamente e principalmente, ambientalmente. E
ainda pensando juntamente nas suas necessidades no presente. Assim, fazendo com
que os humanos desenvolvam a habilidade de sustentar e suportar condições que
permitam a permanência de sistemas.
Para haver uma sustentabilidade, todos
devem ter uma pegada ecológica “suave”. A pegada ecológica é uma estimativa que
apresenta a nossa forma de vida relacionada à capacidade do planeta de
oferecimento, a absorção de resíduos e a renovação de recursos naturais. Devemos,
assim, ter uma pegada ecológica “suave” porque quanto mais exploramos o meio
ambiente, maior é a marca que deixamos no planeta Terra. Pois a ação de cada um
afeta o outro.
Você mesmo pode saber como anda sua
pegada ecológica fazendo um teste. Após a realização do próprio, respondendo
perguntas relacionadas ao cotidiano e hábitos, pude resultar:
Que se todos vivessem como eu, seria
necessária uma regeneração de menos de um (1) planeta, mais precisamente 0.8
planetas por ano. E Sabendo que a média da biocapacidade é de 1.8 hectares
globais por pessoa, a minha “pegada” esta abaixo desta média, sendo
aproximadamente 1.5 hectares, comparados aos recursos mundiais disponíveis e à
média da pegada de outros países (Reino Unido, Argentina, Equador e o próprio
Brasil) que estão acima desta taxa de 1.8 hectares globais por pessoa.
Adicionando, eu possuo 8.5% da área de
energia, ou seja, a área reservada para absorver minhas emissões de carbono
(Pegada Ecológica). Na área cultivada, eu tenho uma porcentagem de 30.5 que é a
área necessária para o cultivo frutas, grãos e verduras incluindo pastos e
alimentos para criação de animais. Eu possuo 31.6% na área de pastagem a qual é
a medição da área de prados precisa para o manejo sustentável de rebanhos. Já
na área construída (área coberta pela infraestrutura humana) eu tenho uma taxa
de 4%. E por último, a área pesqueira que corresponde à área aquática
necessária para a produção do peixe consumido, relata uma porcentagem de 1.9.
As maiores áreas de minha “pegada” ecológica
são os alimentos, sendo ele maior que a junção de todas as áreas, seguido pelo
transporte. A moradia e a administração são de considerações muito menores. Com
estes dados, pude constatar que possuo uma “pegada” mais pesada na área de
pastagens e na área cultivada, pois o consumo de alimentos principalmente por
animais (carne) são grandes e devem ser alterados. Minha “pegada” pode ser
melhorada também na questão da direção, de se locomover com transportes, por
mais que eu utilize mais os públicos, para o bem próprio e de todos.
Concluindo... Para nós alcançarmos a
sustentabilidade, devemos olhar primeiramente para o nosso estilo de vida
(comendo menos carne, dirigindo menos, usufruir mais de transportes públicos, e
diminuir o consumo e uso excessivo de bens). Assim como o governo também deve fazer
sua parte e incluir assim, fatores ambientais nas suas construções de estradas,
infraestrutura, serviços públicos do país e de todo o mundo.
Devemos nos dedicar e concentrar à
nossa Pegada Ecológica, fazendo isso irá ajudar você mesmo, as outras pessoas, as próximas gerações e
a Terra. Faça a sua parte!
sábado, 16 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
O que é Física?
Física vem do grego antigo "natureza". É a ciência que
estuda a natureza e
seus fenômenos. Sua linguagem natural é a matemática. Ela busca compreender cientificamente os
comportamentos naturais do mundo no nosso ao redor, desde corpos até o universo como
um todo. A física é considerada uma ciência fundamental pela sua presença ampla
no cotidiano.
O objeto
de estudo que a física possui é a natureza e os fenômenos naturais do
Universo. E por estas serem tão amplas, a física se fragmenta em diversos ramos
para abordar mais precisamente cada assunto. Sendo essas as áreas que se
dividem:
A Mecânica estuda os movimentos
dos corpos e seu repouso, e busca a explicação para as suas ocorrências. É o
ramo de estudo mais antigo da Física porque diz respeito à explicação para os
movimentos que os corpos executam. E essa busca vem desde a Antiguidade.
A Termologia estuda o calor, ou seja,
as manifestações de energia que produzem variação de temperatura sendo ela,
aquecimento ou resfriamento.
A Acústica estuda os sons, que
são desenvolvida na comunicação oral e escrita, voz, audição.
A Óptica estuda a luz, o
‘olhar’. É o ramo que explica os fenômenos da reflexão, refração e difração.
A Eletricidade estuda a energia
elétrica.
E por fim, a física Nuclear
procura entender as propriedades básicas dos núcleos e também da matéria
nuclear. São estudos que estão relacionados à investigação do surgimento do
universo, sua evolução, e estrutura.
Física é uma ciência,
e suas evoluções podem ser traduzidas no desenvolvimento tecnológico. Como no
eletromagnetismo, que permitiu o desenvolvimento de tecnologias, como
computadores e celulares que influenciam no cotidiano moderno. O domínio da
energia elétrica que permitiu e permite que tudo esteja ligado, que todos os
dias o mundo receba informações instantâneas, e pela construção destes
aparelhos elétricos. A aplicação da mesma foi e é benéfica para o humano, pois
contribui para o desenvolvimento de toda a tecnologia moderna.
E isto é de grande importância para a
humanidade. Mas também a física esta relacionada a grandes fenômenos,
como os movimentos, a velocidade, a aceleração, e a força.
A física vai além de
formulas e cálculos. E embora não percebemos, ela é muito importante para nós. Ela
esta presente nas atividades que realizamos, reconhecendo os fenômenos,
poderemos entendê-los e aproveitá-los para nosso bem estar. A física está no
momento em que você aperta o botão para acender a luz, o tocar do despertador,
no movimento que você faz com o carro, dos sons e/ou da musica que você escuta,
está nas micro-ondas que você liga para esquentar seu leite. Ela é do nosso cotidiano, e nos permite executar
e entender o que há a nossa volta.
Concluindo, a física
traz muitos benefícios e é de extrema importância no mundo que vivenciamos
hoje.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
(Espanhol) Comentário em:
domingo, 27 de maio de 2012
IIhas Malvinas.
1- ¿Cuándo Argentina declara guerra a Inglaterra?
A Argentina declara guerra à Inglaterra em 1982, no dia 2 de Abril.
2- ¿Cuál es el término que cedió Las Malvinas por España?
A Independência da Argentina da Coroa Espanhola.
3- ¿Quién fueron los primeros seres humanos nacidos en la Isla? ¿Ingleses?¿Argentinos?¿Españoles?
Os argentinos foram os primeiros seres humanos nascidos na Ilha.
4- ¿En qué año el Reino Unido reconoce la independencia Argentina?
O Reino Unido reconhece a Independência da Argentina no mesmo ano em que a mesma declara-a . Ou seja, o Reino Unido reconhece-a em 1825.
5- ¿Que gobernador Argentino impulsó el negocio entre las islas?
O governador que impulsionou os negócios entre as Ilhas foi Luis Vernet, o quarto governador Argentino.
6- ¿En 1830 qué país llegó a la isla dando señales amigables? ¿y qué ha hecho este país delante de la confianza del pueblo argentino?
A França chegou às ilhas demonstrando sinais amigáveis. Depois dos Argentinos terem mostrado confiança e os deixarem desembarcar, os Franceses atacaram de surpresa, destruindo a ilha. Assim, o Reino Unido pôde invadir as ilhas e tomar posse da mesma.
terça-feira, 1 de maio de 2012
O negrinho do Pastoreiro.
Era
uma vez um estancieiro, ele era muito mau e era o meu pratão. Ele possuía uma
ponta de surrões de onças e meias-doblas e diversas pratarias. Ele era tão
pão-duro que não dava hospedaria para ninguém e não emprestava seu cavalo. Na
sua casa durante o inverno, seu fogo não fazia brasas. As pessoas poderiam
morrer de frio, que sua porta não abria. No verão, a sombra de seus umbus só
era para os cachorros, e ninguém poderia beber sua água.
A
consequência de tudo isto é quando alguém precisava de algum serviço, ninguém
vinha lhe ajudar. Porque o homem dava para comer um churrasco magro, farinha
grossa e erva e nem um fumo a oferecer. E sendo choramingando, como se fosse a
pele dele que estivesse a dar.
O
estancieiro só dava atenção para seu filho e para mim. E parecia também que seu
filho só tinha olhos para mim, pois em todas as tarde eu sofria com os tratos
deste, que judiava de mim e só ria. Eu, um escravo preto como carvão a quem
todos me chamam de Negrinho. Eu não tenho nome e nem padrinho, a única coisa
que tenho neste mundo é a Virgem, Senhora Nossa.
Num
dia, o estancieiro atou com seu vizinho. Este queria que a parada fosse para os
pobres, mas o estancieiro não concordou, e disse que a parada era pra ser do
dono do cavalo que ganhasse. De tão ruim que era... E esta parada era com mil
onças de ouro.
Então
eles fizeram sua corrida. E começou a tormenta: começaram a dizer que era
empate! E eu apavorado, comecei a gemer para minha madrinha, com muito
medo. Pois sabia que o estancieiro ia
judiar-me. Até que o júri disse que o nosso cavalo havia perdido. Assim, depois vieram, e me prenderam pelos
pulsos e me deram uma coça. Tudo pelas aquelas malditas onças da corrida do
cavalo.
Na
madrugada, o estancieiro veio e me levou ao alto das coxilhas. Sabia que boa
coisa não poderia ser, e então ele me disse: — Trinta quadras tinha a cancha da carreira que tu perdeste:
trinta dias ficarás aqui pastoreando a minha tropilha de trinta tordilhos
negros... O baio fica de piquete na soga e tu ficarás de estaca! Caí a
chorar enquanto pastavam. Era a pior sensação do mundo. Estava morrendo de
fome, quase sem forças e o único lugar que me veio a mente para descansar era a
um cupim. Tudo parecia não conspirar a favor à mim, até mesmo as corujas que me
rodeavam pareciam estar rindo da minha
situação. Fiquei muito assustado com tudo, com medo então eu pensei na minha
madrinha Nossa Senhora, que foi me tranquilizando até cair no sono.
Quando acordei, ou melhor, fui acordado pelo tropel só escutei berros, e
os galos cantando. Nem o céu eu enxergava. Olhei ao arredor e não havia mais
nada; não havia mais o pastoreio. Comecei a chorar. As coisas não estavam indo
bem. O estancieiro mandou me prender daquele mesmo modo novamente. E depois
pediu para eu ir procurar o perdido. Quando eu fui, só o que me restava era um pingo de esperança, e eu
ia chorando pensando na minha madrinha. Parei então, e fui ao oratório da casa
e tomei a vela acesa da imagem e saí para o campo, na minha missão.
Eu fui seguindo, e por onde eu passava a vela
ia pingando cera e parecia que dali nascia uma luz, que assim clareavam todo
meu ver. Assim eu pude ver onde estava o gado, o pastoreio e toquei a diante.
Por aquele momento eu pus-me a rir. Depois, gemendo de dor, de angustia, de
cansaço, de tudo me deitei ao cupim e tudo se apagou, a única coisa que agora
rodeava minha mente era o meu sonho, era a minha madrinha. Porém quando clareou
o dia o menino veio me acordar e dizendo ao meu patrão que os cavalos não
estavam lá. Não era possível! Aquele menino desgraçado botara pra fugir eles só para me ver sofrer.
E caí a chorar...
Não era surpresa para mim que iam judiar de mim
novamente. E que se eu contasse no que eu acreditara, o patrão ia me maltratar
mais. E então ele se pôs a fazer novamente comigo o que já tenha feito. Mas
desta vez foi mais intenso, meu sangue foi se escorrendo pelo corpo e eu ali
pedindo para minha madrinha me ajudar, me iluminar. Gritando. Tinha sido meu
fim.
Porém com tudo isso que o estancieiro me fez,
ele ficou transtornado. Minha alma estava ali só observando-o no meio daquele
formigueiro que ele me botara. Juntamente com minha madrinha e os trinta
tordilhos. Estava eu sarado e risonho, toquei a tropilha a galope, e o senhor
ajoelhou-se diante de mim. Assim foi a ultima vez que achei o pastoreio. Não
chorei e nem ri.
Muitos acenderam velas por mim. E quando
qualquer cristão pedia algo, eu campeava e achava, mas só entregava se
acendesse uma vela à minha madrinha, que me salvou e deu-me uma tropilha, que
conduz e pastoreio, sem ninguém ver.
Todos os anos, eu desapareço, durante três dias,
em algum formigueiro e visito minhas amigas formigas. E ao nascer do sol do
terceiro dia eu monto-o e vou fazer minha recolhida. É quando acontece as
disparada das cavalhadas e olham e não vê ninguém.
E eu vou conduzindo o pastoreio, sarado e
risonho, cruzo os campos, corta os macegais, bandeio as restingas, desponto os
banhados, varo os arroios, subo as coxilhas e desço às canhadas. Andando
sempre à procura dos objetos perdidos, pondo-os de jeito a serem achados pelos seus
donos, desde que acendam uma veja. Cuja luz levo para o altar da Virgem Senhora
Nossa, madrinha dos que não a têm.
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