Laura Gelpi - http://lauragelpimd.blogspot.com.br/2012/06/artigo-de-fisica.html
Laura Franco - http://lauraafranco.blogspot.com.br/2012/06/areas-da-fisica-e-sua-relacao-com-o.html?showComment=1339893441663#c8917163596279852507
sábado, 16 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
O que é Física?
Física vem do grego antigo "natureza". É a ciência que
estuda a natureza e
seus fenômenos. Sua linguagem natural é a matemática. Ela busca compreender cientificamente os
comportamentos naturais do mundo no nosso ao redor, desde corpos até o universo como
um todo. A física é considerada uma ciência fundamental pela sua presença ampla
no cotidiano.
O objeto
de estudo que a física possui é a natureza e os fenômenos naturais do
Universo. E por estas serem tão amplas, a física se fragmenta em diversos ramos
para abordar mais precisamente cada assunto. Sendo essas as áreas que se
dividem:
A Mecânica estuda os movimentos
dos corpos e seu repouso, e busca a explicação para as suas ocorrências. É o
ramo de estudo mais antigo da Física porque diz respeito à explicação para os
movimentos que os corpos executam. E essa busca vem desde a Antiguidade.
A Termologia estuda o calor, ou seja,
as manifestações de energia que produzem variação de temperatura sendo ela,
aquecimento ou resfriamento.
A Acústica estuda os sons, que
são desenvolvida na comunicação oral e escrita, voz, audição.
A Óptica estuda a luz, o
‘olhar’. É o ramo que explica os fenômenos da reflexão, refração e difração.
A Eletricidade estuda a energia
elétrica.
E por fim, a física Nuclear
procura entender as propriedades básicas dos núcleos e também da matéria
nuclear. São estudos que estão relacionados à investigação do surgimento do
universo, sua evolução, e estrutura.
Física é uma ciência,
e suas evoluções podem ser traduzidas no desenvolvimento tecnológico. Como no
eletromagnetismo, que permitiu o desenvolvimento de tecnologias, como
computadores e celulares que influenciam no cotidiano moderno. O domínio da
energia elétrica que permitiu e permite que tudo esteja ligado, que todos os
dias o mundo receba informações instantâneas, e pela construção destes
aparelhos elétricos. A aplicação da mesma foi e é benéfica para o humano, pois
contribui para o desenvolvimento de toda a tecnologia moderna.
E isto é de grande importância para a
humanidade. Mas também a física esta relacionada a grandes fenômenos,
como os movimentos, a velocidade, a aceleração, e a força.
A física vai além de
formulas e cálculos. E embora não percebemos, ela é muito importante para nós. Ela
esta presente nas atividades que realizamos, reconhecendo os fenômenos,
poderemos entendê-los e aproveitá-los para nosso bem estar. A física está no
momento em que você aperta o botão para acender a luz, o tocar do despertador,
no movimento que você faz com o carro, dos sons e/ou da musica que você escuta,
está nas micro-ondas que você liga para esquentar seu leite. Ela é do nosso cotidiano, e nos permite executar
e entender o que há a nossa volta.
Concluindo, a física
traz muitos benefícios e é de extrema importância no mundo que vivenciamos
hoje.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
(Espanhol) Comentário em:
domingo, 27 de maio de 2012
IIhas Malvinas.
1- ¿Cuándo Argentina declara guerra a Inglaterra?
A Argentina declara guerra à Inglaterra em 1982, no dia 2 de Abril.
2- ¿Cuál es el término que cedió Las Malvinas por España?
A Independência da Argentina da Coroa Espanhola.
3- ¿Quién fueron los primeros seres humanos nacidos en la Isla? ¿Ingleses?¿Argentinos?¿Españoles?
Os argentinos foram os primeiros seres humanos nascidos na Ilha.
4- ¿En qué año el Reino Unido reconoce la independencia Argentina?
O Reino Unido reconhece a Independência da Argentina no mesmo ano em que a mesma declara-a . Ou seja, o Reino Unido reconhece-a em 1825.
5- ¿Que gobernador Argentino impulsó el negocio entre las islas?
O governador que impulsionou os negócios entre as Ilhas foi Luis Vernet, o quarto governador Argentino.
6- ¿En 1830 qué país llegó a la isla dando señales amigables? ¿y qué ha hecho este país delante de la confianza del pueblo argentino?
A França chegou às ilhas demonstrando sinais amigáveis. Depois dos Argentinos terem mostrado confiança e os deixarem desembarcar, os Franceses atacaram de surpresa, destruindo a ilha. Assim, o Reino Unido pôde invadir as ilhas e tomar posse da mesma.
terça-feira, 1 de maio de 2012
O negrinho do Pastoreiro.
Era
uma vez um estancieiro, ele era muito mau e era o meu pratão. Ele possuía uma
ponta de surrões de onças e meias-doblas e diversas pratarias. Ele era tão
pão-duro que não dava hospedaria para ninguém e não emprestava seu cavalo. Na
sua casa durante o inverno, seu fogo não fazia brasas. As pessoas poderiam
morrer de frio, que sua porta não abria. No verão, a sombra de seus umbus só
era para os cachorros, e ninguém poderia beber sua água.
A
consequência de tudo isto é quando alguém precisava de algum serviço, ninguém
vinha lhe ajudar. Porque o homem dava para comer um churrasco magro, farinha
grossa e erva e nem um fumo a oferecer. E sendo choramingando, como se fosse a
pele dele que estivesse a dar.
O
estancieiro só dava atenção para seu filho e para mim. E parecia também que seu
filho só tinha olhos para mim, pois em todas as tarde eu sofria com os tratos
deste, que judiava de mim e só ria. Eu, um escravo preto como carvão a quem
todos me chamam de Negrinho. Eu não tenho nome e nem padrinho, a única coisa
que tenho neste mundo é a Virgem, Senhora Nossa.
Num
dia, o estancieiro atou com seu vizinho. Este queria que a parada fosse para os
pobres, mas o estancieiro não concordou, e disse que a parada era pra ser do
dono do cavalo que ganhasse. De tão ruim que era... E esta parada era com mil
onças de ouro.
Então
eles fizeram sua corrida. E começou a tormenta: começaram a dizer que era
empate! E eu apavorado, comecei a gemer para minha madrinha, com muito
medo. Pois sabia que o estancieiro ia
judiar-me. Até que o júri disse que o nosso cavalo havia perdido. Assim, depois vieram, e me prenderam pelos
pulsos e me deram uma coça. Tudo pelas aquelas malditas onças da corrida do
cavalo.
Na
madrugada, o estancieiro veio e me levou ao alto das coxilhas. Sabia que boa
coisa não poderia ser, e então ele me disse: — Trinta quadras tinha a cancha da carreira que tu perdeste:
trinta dias ficarás aqui pastoreando a minha tropilha de trinta tordilhos
negros... O baio fica de piquete na soga e tu ficarás de estaca! Caí a
chorar enquanto pastavam. Era a pior sensação do mundo. Estava morrendo de
fome, quase sem forças e o único lugar que me veio a mente para descansar era a
um cupim. Tudo parecia não conspirar a favor à mim, até mesmo as corujas que me
rodeavam pareciam estar rindo da minha
situação. Fiquei muito assustado com tudo, com medo então eu pensei na minha
madrinha Nossa Senhora, que foi me tranquilizando até cair no sono.
Quando acordei, ou melhor, fui acordado pelo tropel só escutei berros, e
os galos cantando. Nem o céu eu enxergava. Olhei ao arredor e não havia mais
nada; não havia mais o pastoreio. Comecei a chorar. As coisas não estavam indo
bem. O estancieiro mandou me prender daquele mesmo modo novamente. E depois
pediu para eu ir procurar o perdido. Quando eu fui, só o que me restava era um pingo de esperança, e eu
ia chorando pensando na minha madrinha. Parei então, e fui ao oratório da casa
e tomei a vela acesa da imagem e saí para o campo, na minha missão.
Eu fui seguindo, e por onde eu passava a vela
ia pingando cera e parecia que dali nascia uma luz, que assim clareavam todo
meu ver. Assim eu pude ver onde estava o gado, o pastoreio e toquei a diante.
Por aquele momento eu pus-me a rir. Depois, gemendo de dor, de angustia, de
cansaço, de tudo me deitei ao cupim e tudo se apagou, a única coisa que agora
rodeava minha mente era o meu sonho, era a minha madrinha. Porém quando clareou
o dia o menino veio me acordar e dizendo ao meu patrão que os cavalos não
estavam lá. Não era possível! Aquele menino desgraçado botara pra fugir eles só para me ver sofrer.
E caí a chorar...
Não era surpresa para mim que iam judiar de mim
novamente. E que se eu contasse no que eu acreditara, o patrão ia me maltratar
mais. E então ele se pôs a fazer novamente comigo o que já tenha feito. Mas
desta vez foi mais intenso, meu sangue foi se escorrendo pelo corpo e eu ali
pedindo para minha madrinha me ajudar, me iluminar. Gritando. Tinha sido meu
fim.
Porém com tudo isso que o estancieiro me fez,
ele ficou transtornado. Minha alma estava ali só observando-o no meio daquele
formigueiro que ele me botara. Juntamente com minha madrinha e os trinta
tordilhos. Estava eu sarado e risonho, toquei a tropilha a galope, e o senhor
ajoelhou-se diante de mim. Assim foi a ultima vez que achei o pastoreio. Não
chorei e nem ri.
Muitos acenderam velas por mim. E quando
qualquer cristão pedia algo, eu campeava e achava, mas só entregava se
acendesse uma vela à minha madrinha, que me salvou e deu-me uma tropilha, que
conduz e pastoreio, sem ninguém ver.
Todos os anos, eu desapareço, durante três dias,
em algum formigueiro e visito minhas amigas formigas. E ao nascer do sol do
terceiro dia eu monto-o e vou fazer minha recolhida. É quando acontece as
disparada das cavalhadas e olham e não vê ninguém.
E eu vou conduzindo o pastoreio, sarado e
risonho, cruzo os campos, corta os macegais, bandeio as restingas, desponto os
banhados, varo os arroios, subo as coxilhas e desço às canhadas. Andando
sempre à procura dos objetos perdidos, pondo-os de jeito a serem achados pelos seus
donos, desde que acendam uma veja. Cuja luz levo para o altar da Virgem Senhora
Nossa, madrinha dos que não a têm.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
A sociedade em constante relação com o homem.
A sociedade faz o homem ou o homem que faz a sociedade?
Acredito
que o homem e a sociedade caminham juntos. Em minha opinião, a sociedade é o reflexo das
pessoas que vivem nela, logo o individuo faz a sociedade.
Segundo Rousseau “o homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe”. Já
que o homem que faz a sociedade, como a sociedade corromperá o próprio criador?
Bem, em uma organização (sociedade) não há apenas as pessoas nela. Há muitos
outros grupos que ajudam a influenciar como a igreja (religião), as escolas
(congregações), a politica, o meio em que vive. Alguns fatores como este ajudam
a sustentar a identidade do ser. A sociedade já tomou sua própria identidade, a
tamanha proporção que esta domina que por sua vez tem capacidade de mudar o
homem, pois estabelecem padrões, regras.
Afirmamos já que o ser
humano recebe influências do seu meio. Como por exemplo, um ser que nasce na
mata vai ser influenciado pelo mesmo, vai ter que aprender adquirir habilidades
para sobreviver com ele. Tendo com linguagem, ruídos ou coisas parecidas que
foram imitadas por animais, também a postura, a etiqueta, sua alimentação, tudo
isto serão fatores constituídos pelo seu comportamento. Outro exemplo, um ser
que nasce na favela, ele irá aprender desde pequeno a como lidar com aquele
lugar que cada dia é uma batalha, por justa causa seu comportamento poderá ser
um pouco mais fechado pra si, mais frio. Pois o meio em que ele vive tudo é uma
grande guerra: a alimentação, a vestimenta etc. Por ele também viver neste
lugar, ele terá um vocabulário diferenciado. O último exemplo é de um ser que
nasce, por exemplo, numa classe mais alta, de um padrão de vida melhor. Ele por
sua vez terá posturas diferentes, pois foi assim que o ensinaram, terá uma
vestimenta, características, linguagem diferenciada.
A
sociedade tomou uma proporção muito grande na vida dos seres, muitas vezes ela
pode mudar seus comportamentos independentemente do meio em que vive, em que se
criou. O homem pode ter regido influências de patamares maiores, e pode se
deixar levar para o lado criminoso, violento como modo de revolta com estas
leis padronizadas. Aí vem o caso que dizem que todos os ‘favelados’ são
‘criminosos’. Errado. Às vezes, este pode ser o único meio que lhe afirma de
sobreviver.
A sociedade estabelece normas, padrões de vida, modelos que devemos seguir. Nós somos influenciados por nossos pais, nossos responsáveis desde pequenos que devemos ir a escola, aprender, nos formarmos para 'ser alguém' na vida. Para termos um emprego e poder proporcionar uma vida boa. Este é o "sistema" que temos que seguir. Mas por que temos que segui-lo? Muita gente não sabe o porquê. Mas este é o capitalismo, o dinheiro move o mundo e você precisa dele para sobreviver.
A sociedade estabelece normas, padrões de vida, modelos que devemos seguir. Nós somos influenciados por nossos pais, nossos responsáveis desde pequenos que devemos ir a escola, aprender, nos formarmos para 'ser alguém' na vida. Para termos um emprego e poder proporcionar uma vida boa. Este é o "sistema" que temos que seguir. Mas por que temos que segui-lo? Muita gente não sabe o porquê. Mas este é o capitalismo, o dinheiro move o mundo e você precisa dele para sobreviver.
Já
que a sociedade estabelece regras também para um melhor convívio, uma melhor relação
entre os seres humanos, automaticamente eles são reprimidos. Que como segundo Thais
Marchand (thaismarchand.blogspot.com) “uma vez
que é realmente complicado perceber se o indivíduo pode ou não fazer suas
próprias escolhas e moldar o próprio destino” Isto esta ligado ao
que chamamos de liberdade.
Hoje em dia a liberdade é muito
relativa. E esta está relacionada sim com que nós ‘fazemos a hora’. Basta
buscar, ir além. Para isto terá que enfrentar barreiras tanto sociais quanto
naturais. Mas hoje em dia já existem redes de apoio. Contanto que o número de
resultados bons é de percentual baixo, há chances. Basta ter força de vontade; lute.
A liberdade está ligada com a
sociedade. Ninguém é livre por completo dentro da sociedade, sempre haverá um
obstáculo, uma lei, uma regra. Acredito que a liberdade está conectada às
classes sociais que as rodeiam. ‘O fazer o que quer’ está limitado pelo meio que
vive, pelas condições que lhe firmam.
Com base em tudo que relatei,
concluo que o ser humano moldou a sociedade, mas a sociedade tornou-se algo
‘individuo’. Pois o humano pode muda-la, e ela pode muda-lo. Podendo acontecer
qualquer coisa neste mundo crítico e legislado, a nossa liberdade também
padronizada de modo complexado. A sociedade é uma eterna luta pela conquista do
olhar. A socialização é um eterno aprendizado em movimento e crescimento
constante.
"A história da
sociedade até aos nossos dias é a história da luta de classes." (Karl Marx)
Assinar:
Postagens (Atom)